Poligamia: união conjugal de uma pessoa com várias outras. Poliginia: estado de um homem casado simultaneamente com várias mulheres. Poliandria: estado de uma mulher casada simultaneamente com vários homens. Poliamor: prática, desejo ou aceitação de ter mais de um relacionamento íntimo simultaneamente com o conhecimento e consentimento de todos os envolvidos, não devendo no entanto ser confundido com pansexualidade. (Fontes: Dic. Houaiss/Wikipedia)
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sexta-feira, 15 de março de 2013
A poligamia e suas vantagens
Leia aqui o artigo do Sheikh Abdelbagi Sidahmed Osman, sudanês naturalizado brasileiro, imam da comunidade Muçulmana do RJ de 1993 e atual presidente desde 2000, representante da Liga Islâmica Mundial e da Organização Islâmica para a América Latina no Brasil, sobre as vantagens da poligamia.
quarta-feira, 13 de março de 2013
A Poligamia no Islamismo - Yasser Fazaga
O Sheikh Yasser Fazaga fala sobre a prática da poligamia no Islã e os aspectos da multiplicidade do casamento islâmico.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Poligamia é restabelecida na Líbia
| Foto: wordpress.com |
De agora em diante, um homem casado poderá se casar com uma segunda mulher sem o consentimento da primeira e sem a necessidade de uma autorização de um tribunal, segundo o site ansa.it.
O homem tem também de provar perante a justiça que tem os meios financeiros necessários ao sustento de uma família alargada.
A modificação da lei do matrimônio não inclui, contudo, a introdução do "divórcio islâmico", para o qual é necessário o pronunciamento de um tribunal.
Há um ano e meio, o presidente do Conselho Nacional de Transição (opositor a Gadafi durante a guerra civil líbia em 2011), Mustafá Abdel Jalil, assegurou que a Líbia aboliria qualquer norma contrária à lei islâmica.
Vou dar o exemplo da lei do casamento e do divórcio, que proíbe a poligamia. Essa lei contradiz a Sharia", indicou Jalil, em outubro de 2011, poucos dias depois do assassinato de Gadafi nas imediações de Sirte, sua cidade natal.
Com informações das agências internacionais.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Poligamia em questão
A poligamia é uma alternativa para combater os males sociais como a prostituição e a infidelidade conjugal - pelo menos essa é a opinião dos seguidores do Clube de Poligamia Ikhwan da Malásia.
Fonte: Agence France-Presse
Fonte: Agence France-Presse
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Poliandria e Poliginia
| Casamento de um homem zulu (África do Sul) com quatro mulheres |
«O matrimónio é poligâmico quando uma pessoa é casada ao mesmo tempo com duas ou mais pessoas do outro sexo. O casamento poligâmico denomina-se poliginia, se é o homem a ter mais de uma mulher; se, pelo contrário, for a mulher que tem mais de um marido, chama-se poliandria.
Embora na maior parte das sociedades domine a poliginia (…), a maioria dos homens tem uma só mulher, quer porque as sociedades que adoptam a monogamia abrangem a massa da população mundial, quer porque o número de mulheres não é suficiente para permitir a prática da poliginia em larga escala, nem sequer nas sociedades que adoptam esta forma de casamento.
A poliginia está cada vez menos difundida nos países muçulmanos (onde é expressamente permitida pelo Alcorão, cujo texto diz: “Desposa mulheres à tua escolha, duas, três ou quatro”), sendo hoje praticada, quase sempre, por aqueles que detêm as posições sociais mais elevadas.
A poliginia está, pelo contrário, amplamente difundida em muitas regiões da África subsariana, onde a proporção dos homens casados que têm mais de uma mulher vai dos 12% aos 40% do total, conforme os países.
Um dos factores que torna possível a poliginia nesta área é a forte diferença (cerca de 10 anos) que decorre entre a idade do casamento dos homens e das mulheres: à volta dos vinte e cinco anos e dos quinze anos, respectivamente. Além disso, por causa da forte diferença de idade e da elevada taxa de mortalidade presente nessas sociedades, as mulheres ficam viúvas muito cedo.
Nessas sociedades a poliginia difundiu-se também porque oferece algumas vantagens económicas e sociais. Para um homem dessa região, desposar mais mulheres significa ter mais filhos e mais prestígio. E permite produzir mais bens agrícolas, uma vez que o cultivo de plantas alimentares concerne quase sempre às mulheres. Por outro lado, visto que as mulheres se devem dedicar ao cultivo ou aos trabalhos domésticos, a chegada de uma nova mulher pode ser vista com agrado pelas outras mulheres, porquanto isso comporta a redução da sua carga de trabalho.
São poucas as sociedades que adoptam a poliandria. As mais conhecidas e estudadas são as do Tibete e da Índia [bem como do Butão, do Sri Lanka e algumas sociedades esquimós]. Em tais sociedades difundiu-se a família poliândrica fraterna, que se forma quando uma mulher desposa ao mesmo tempo dois ou mais irmãos e com eles vive; uma vez casados, os irmãos têm os mesmos direitos e as mesmas obrigações para com a prole e a mulher comum: os irmãos devem todos trabalhar para sustentar a família, enquanto a mulher deve cumprir as tarefas domésticas para todos e, no tocante às relações sexuais, deve passar, à vez, uma noite com um dos irmãos.
A poliandria ocorre em sociedades em que o infanticídio feminino faz com que existam bastante menos mulheres que homens [como sucede, ou sucedia, nalgumas zonas da Índia] ou em sociedades com poucos recursos. No Tibete, por exemplo, a propriedade fundiária de uma família é transmitida a todos os filhos em comum, e não dividida em lotes que poderiam não ser suficientemente grandes para manter a família de cada um; por isso, os irmãos têm em comum a terra e também a mulher.»
Lucia DeMartis, Compêndio de Sociologia, Edições 70, Lisboa, 2006, pp. 139-141.
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